Spectral – Resenha

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Não é novidade para ninguém que a Netflix tem apostado cada vez mais em produções próprias para enriquecer seu catálogo, com destaques recentes como as séries Dear White People e 13 Reasons Why. Entre os filmes temos Spectral, com produção da Legendary Pictures e rostos conhecidos do cinema como Max Martini, de Círculo de Fogo e Emily Mortimer, de A ilha do Medo.

Dirigido pelo novato Nic Mathieu, Spectral mescla ficção científica com o clima dos filme de guerra de uma maneira um tanto original, fugindo de clichês de ambos os gêneros como a loucura frenética dos grandes conflitos ou os maçantes discursos de alguns Sci-Fi.

A história

A trama começa com a inexplicável morte de um soldado das forças especiais americanas, assassinado por um ser que só pode ser visto através de óculos com tecnologia de ondas do espectro da luz (espectro… spectral.. sacou? ;] ).

Após a ocorrência do caso, o engenheiro da DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa) Dr. Mark Clyne, responsável por desenvolver a tecnologia dos óculos, é chamado à base militar para esclarecer a origem da misteriosa forma registrada pelo soldado e desvendar a morte de outros militares que também tiveram um encontro com “aquilo”.

Com uma boa mescla de ficção científica com cenas de ação, Spectral prende o espectador por mostrar tecnologias que podem vir a ser reais, com explicações pontuais nos momentos importantes da trama e com o drama convincente que todo bom filme de guerra pede.

Infelizmente, a produção peca um pouco em seu fechamento (mas nada que estrague o filme como um todo).

Para quem procura uma produção fora dos grandes blockbusters, Spectral entrega um bom filme para ver com amigos.

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Henrique Oliveira

Author: Henrique Oliveira

Nerd e sonhador que ama games e quadrinhos (e doces). Mais em @preto_geek

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