Resenha: Exterminador do Futuro – Gênesis

Exterminador-Genesis 03

No ano em que Marty McFly vai chegar ao futuro, vemos o exterminador mais querido do cinema tentando salvá-lo novamente, ao viajar mais uma vez ao passado e evitar mais uma vez o Dia do Julgamento.

A trama de Exterminador do Futuro – Gênesis começa em 2029, quando John Connor (Jason Clarke de Planeta dos Macacos – O Confronto), o líder da resistência humana contra as máquinas, envia o tenente Kyle Reese (Jai Courtney de Divergente) para 1984 através de uma máquina do tempo.

A missão de Kyke é impedir que a mãe de John, Sarah Connor (Emilia Clarke de Games of Thrones), seja assassinada por um Exterminador (Arnold Schwarzenegger de Exterminador do Futuro 1, 2 e 3), fato que levaria a uma mudança completa na linha do tempo: John Connor deixaria de existir e a humanidade perderia seu principal estrategista na guerra contra a Skynet.

Se você assistiu ao primeiro filme da franquia então sem grandes surpresas até aqui. Acontece que ao chegar em 1984, Kyle não encontra uma Sarah Connor inocente e desprotegida, como esperava encontrar.

Pelo contrário, devido a acontecimentos inesperados, uma nova linha do tempo é criada e o passado que Kyle esperava e o futuro que ele conhece, já não existem mais. Sarah já o aguardava, e estava pronta para a sua chegada, e o mais importante, pronta para lutar.

Passamos os próximos 90 minutos vendo Sarah e Kyle, na companhia de “Papis”, o Exterminador reprogramado agora para proteger Sarah Connor a qualquer custo e usando a sua última chance para derrubar a Skynet de uma vez por todas.

Dirigido por Alan Taylor (de Thor – O Mundo Sombrio), com roteiro de Laeta Kalogridis (Ilha do Medo) e Patrick Lussier (Pânico), o filme conta ainda com J.K. Simmons (Whiplash) e Matt Smith (Doctor Who) no elenco.

Gênesis faz pela franquia Exterminador do Futuro o que X-Men – Dias de Um Futuro Esquecido fez pela franquia dos mutantes. Resetou tudo e isso é ótimo, pois temos inúmeras possibilidades daqui para frente. Emilia Clarke, apesar de não ser a Linda Hamilton, não decepciona e mostra que pode ser mais do que a mãe dos dragões.

Claro que o destaque é do Schwarzenegger, afinal é por ele que estamos aqui. É por ele que sempre estivemos. Depois de 31 anos do primeiro Exterminador, ok ok, Skynet má, John líder, Sarah badass, mas é o Terminator e suas frases de efeito (Hasta La Vista Baby for the win!), suas habilidades interpessoais (ou seria a falta delas?) e o seu jeitinho “meigo” de resolver as coisas que nos fazem continuar voltando.

E eu garanto, só por isso, Exterminador do Futuro – Gênesis já vale a pena.

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Ana Cláudia Praconi

Author: Ana Cláudia Praconi

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